Turismo e informações

Belo Horizonte: no coração do Brasil
(é, o coração fica mesmo um pouquinho para a esquerda)

Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, terceira maior cidade do Brasil.
Localizada na região Sudeste, em ponto geográfico estratégico do país e das Américas, BH é cercada pelas montanhas da Serra do Curral, que lhe servem de moldura natural e referência histórica.
Além das vantagens naturais e da facilidade de acesso aéreo e rodoviário, a capital mineira destaca-se pela beleza de seus conjuntos arquitetônicos, pela forte vocação do comércio e da prestação de serviços e ainda por uma rica produção artística e cultural.
Bem vindo à "Cidade Modelo da Área Ambiental".

Belo Horizonte: a primeira cidade planejada do Brasil

Escolhida para ser a nova capital das Minas Gerais, em substituição a Ouro Preto (antiga Vila Rica), a centenária Belo Horizonte foi a primeira cidade planejada do país.
Traçada pelo engenheiro paraense Aarão Reis - a partir de uma concepção urbanística altamente positivista - teve, em sua origem, os setores urbano e suburbano separados pela avenida do Contorno. Dentro desse anel, grandes avenidas, ruas largas e quarteirões simétricos – preparados para traduzir e fomentar a "ordem e progresso" que eram o lema da época.
A cidade cresceu muito além dos limites imaginados pelos criadores. Hoje, com cerca de 2,3 milhões de habitantes, Belo Horizonte exibe principalmente diversidade. Pólo de uma Região Metropolitana extremamente dinâmica, atrai um volume cada vez maior de investimentos – destacando-se como centro de excelência médica, biotecnologia e informática e como sede de importantes eventos nacionais e internacionais.

Belo Horizonte: a capital do século XX

Em Minas Gerais, o sonho de uma nova capital existiu desde a época da Inconfidência – movimento de elites culturais e econômicas contra o domínio português, no século XVIII.
A Proclamação da República, no final do séc. XIX, gerou o momento oportuno para a realização do projeto de construção da cidade. Vila Rica, hoje Ouro Preto, símbolo de um período de exploração e imperialismo, não condizia com os ideais de modernidade que referenciavam os novos tempos.
Assim, apesar da discordância de grupos que defendiam a permanência da capital em Vila Rica (os "não-mudancistas") e da desaprovação do povo ouropretano (que resistiu à decisão até o último instante), foi dada a largada para a nova "Cidade de Minas".
Em 17 de dezembro de 1893, o então presidente de Minas Gerais Afonso Pena promulgou a lei que designava o Curral del-Rei para ser a capital do Estado - vencendo a disputa com Barbacena, Paraúna, Juiz de Fora e Várzea do Marçal.
A escolha se deu principalmente pelas qualidades climáticas e topográficas da região, habitada desde os primórdios do séc. XVIII. Apesar de não contar com muitos córregos e minas auríferos, o modesto arraial - que teve como primeiro habitante o bandeirante João Leite Ortiz, fundador da Fazenda do Cercado - era rico em belas paisagens e com terra boa para a agricultura. Apoiado na atividade agrícola e pastoril e no trânsito constante de tropeiros, o Curral del-Rei havia se desenvolvido e se tornado um importante centro de abastecimento e produção.
A concepção urbanística da nova capital teve a responsabilidade do engenheiro paraense Aarão Reis, que, influenciado pelos ideais positivistas da época, concebeu uma cidade planejada, nos moldes de Paris e Washington. Entretanto, a "Cidade de Minas" acabou sendo inaugurada às pressas, em 12 de dezembro de 1897 – para cumprir o prazo mínimo exigido para a transferência definitiva do governo. Resultado: foi entregue ainda em obras, poeirenta e com prédios a construir. O povoamento aconteceu através de incentivos do governo – para a concessão de lotes gratuitos e ajuda na construção de residências.
Em 1906, a "Cidade de Minas" passou a se chamar "Belo Horizonte". Nessa época, já se anunciava sua expressiva expansão industrial - que alavancou o comércio e a prestação de serviços.
No decorrer do século XX, a cidade se desenvolveu mais do que o esperado, excedendo os limites planejados da avenida do Contorno e mesmo as fronteiras municipais. Graças à criação das áreas metropolitanas em torno das capitais, na década de 70, a Grande Belo Horizonte compreende hoje 33 municípios.
Todos em franco desenvolvimento.

Belo Horizonte: o cenário econômico e financeiro também é uma beleza

Afinada com as principais tendências do mercado global, Belo Horizonte transforma a economia regional e gera novas oportunidades para o setor produtivo. Pólo de atração de investimentos industriais no passado, a cidade assume novas vocações e se define perfil de centro propício às atividades de prestação de serviços.
A evolução é perceptível nas estatísticas mais recentes. Hoje, os prestadores de serviços, nas mais variadas modalidades, respondem por mais de 85% do Produto Interno Bruto (PIB) da cidade, enquanto a atividade industrial abrange quase a totalidade dos 15% restantes.
Reconhecida por abrigar instituições detentoras de excelência técnica e de conhecimento, a capital de Minas Gerais recebe recursos públicos e privados para se credenciar, cada vez mais, como pólo de diversificação econômica. A articulação de metas e de sinergia interna tem destaque especial nos setores de informática e biotecnologia. Os empreendimentos nestas áreas asseguram expansão graças à integração com instituições produtoras de conhecimento, incluindo universidades e institutos, associadas ao setor público municipal e estadual.
Destaca-se o apoio dado pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio das incubadoras tecnológicas da Fumsoft e Biominas. Operando desde 1997, as incubadoras tornaram-se referência no país, como geradoras de empresas bem sucedidas e de empregos.

Fonte: Belotur

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